terça-feira, maio 15, 2007,873241092

O que você conta de novo?

Sou um mentiroso compulsivo – eu não sei mentir.
Nada que eu faço leva a alguma coisa – nada eu faço.
Procuro, mas estou vendo muito pouca gente – estou vendo muito pouca gente, mas...
Todos se afastaram – todos continuaram, onde eu estou?
Estou bem – estou perdido.
Eu não sei – eu não sei.
Mas o que não sei?

Sem pessoas não somos nada.
Algum professor disse: “Se você sabe algo (tem um conhecimento), mas não pode expressá-lo coerentemente (não pode passar este conhecimento adiante), então você não sabe (conhecimento só é conhecimento expressável)”.
Algum pensador disse: “O mundo é exatamente o que as pessoas entendem que ele é”.
Algum estudioso disse: “Você é algo em torno do que as pessoas entendem que você é”.

Se não há ninguém para quem você passe o que sabe, então você não sabe nada. Se você está só, você não sabe nada nem é nada. Se está só, portanto, não existe. Se no mundo só há você, que, portanto não existe, então não existe mundo.

Vários humanos juntos formam uma sociedade?
O que é uma sociedade?

Certa corrente antropológica afirma que o que define um conjunto de homens como uma sociedade é suas leis. A primeira coisa que forma uma sociedade são regras.
Outra corrente diz que o que define a sociedade é a cultura. A partir de quando os homens passam a viver unidos eles se caracterizam por uma cultura comum.

(toscamente falando)

O que define a sociedade é a coexistência.
Coloque três homens juntos. Eles podem mostrar-se...
a) Indiferentes uns aos outros, o que eventualmente vai os levar a separar-se. Sozinhos eles não mais existirão.
b) Agressivos uns com os outros, o que vai levar-los a se destruírem até que só sobre um que não mais existirá.
c) Cooperativos, o que formará uma sociedade.

Uma sociedade é um conjunto de humanos coexistindo.

O homem só pode coexistir. Sozinho ele não existe.

O que te define é o outro.
E você é quem define o outro.

O que te define são os outros.
E você é quem define os outros.

O mundo é o que nós entendemos que ele é. A realidade é o que entendemos que ela é.
Uma sociedade possui uma cultura comum. A cultura é a lente pela qual cada indivíduo entende a realidade.
A realidade é definida pela cultura.
A realidade é consensual.

O homem coexiste.
O homem vive num mundo consensual.

As ações de cada membro da sociedade são moldadas pela cultura da sociedade.
Sua situação na sociedade é definida por sua função na sociedade.
Você é o que os outros entendem que você é. Você é o que sua função social determina que você deve ser.
Se você não se adequar aos moldes de seu papel social, você pode ser deposto dele. Porque:
a) As pessoas têm uma compreensão de como deve se portar um representante de tal função/posição social. Se você não segue este papel você não será reconhecido como tal.
b) Existem regras, leis, em cada cultura. Estas leis determinam como devem se portar ou não as pessoas e determinam o que se espera de determinada função/posição social.
Você não segue as expectativas do grupo, você desobedece as leis que te regulam – você sofre as conseqüências apropriadas.

Não há leis, não há crimes, não há moral, não há pecado, não há religião. Há a cultura.
A cultura determina o mundo, a cultura determina como deve funcionar o mundo e como você deve se portar nele. A cultura determina você.

Você é o que o grupo entende que você é.
A cultura é a lente segundo a qual cada indivíduo entende o mundo.

Não existe conhecimento além do que abarca a cultura, pois o que está além da cultura não pode ser compreendido. Se você possui um conhecimento que não pode ser compreendido então você não possui conhecimento.

Conhecimento é consensual.

Portanto, sempre que você surgir com um conhecimento que vai além do campo de uma cultura – que não é previsto por ela – você é:
a) Rejeitado. O que você diz está errado, é estupidez, é loucura, é subversivo, é digressivo, é passível de punição, é crime, é pecado, é sua ruína.
b) Aceito. Você conseguiu convencer o grupo, ou porque você foi eloqüente o suficiente ou porque o conhecimento prévio do grupo não abarcava o suficiente da realidade. Você transformou o conjunto de conhecimentos da sociedade, você transformou a cultura, você transformou a realidade.

O mundo deixa de ser plano para ser redondo. As doenças são originadas de microorganismos invisíveis ao olho nu. A humanidade é fruto de um processo de evolução a partir de um ancestral comum com o macaco. O universo é infinito. Todos os homens têm direitos iguais. Todos os homens, independente de sua cultura, são homens.

O modo como entendemos o mundo é cultural.
O modo como entendemos uns aos outros é cultural.
O modo como você entende o mundo é particular, mas é cultural.
O modo como você se entende é cultural.

Você se espelha nas outras pessoas, você se reconhece na percepção dos outros. Você reconhece as pessoas segundo moldes, papéis, que são culturais. Você também se reconhece segundo estes papéis.
Seu conhecimento é limitado por sua linguagem. Se você não pode expressar algo em palavras então você não pode reconhecê-lo. Você pode até “sentir” algo, mas não pode nem expressar pra si mesmo o que, se não tem palavras para tanto. Palavras, e os significados destas palavras são formados pela cultura.
Você se define com palavras que são limitadas. A linguagem é limitada para expressar a realidade, a linguagem é um filtro assim como a cultura é uma lente, ou um filtro.
Você se define segundo os arquétipos de sua cultura.
Você adequa esta compreensão de si a compreensão dos outros de você.

Todo o conhecimento é cultural.
O mundo é cultural.
Você é cultural.

Você é o que o outro entende que você é.
Você se vê como o outro o vê.





Sim – não – também.

sexta-feira, março 30, 2007,873241092

Hollow Man



hollow man

come!
walk with us
hollow guy

hollow been
your life
ain't hollow
as you think
nor it need to be
hollow fellow

you yourself
ain't more hollow
than the full moon
hollow person

change your belief
you have much to give
come walk with us
come laught with us

hollow man


segunda-feira, março 19, 2007,873241092

Em uma aula de psicanálise, se não me engano.

        Sou tomado por um relativismo absoluto, parto do pressuposto que todas as correntes, todas as pessoas - em seu contexto e modo de pensar - estão ou estiveram certas. Parto deste pressuposto principalmente para não chegar à conclusão inevitável de que, na verdade, todos estiveram e estão errados, inclusive agora.
        Devo evitar tal conclusão porque sei que, necessariamente, para uma idéia ou noção estar errada, deve estar em contraposição a alguma outra. Para que todas as idéias, cada uma delas, estejam erradas, deve haver uma certa – esta sendo, portanto, a única verdade, absoluta.
        Sei, no íntimo de meu intelecto, que tal aberração não existe. Uma verdade absoluta implica uma razão, um motivo, que guie todas as coisas. O qual não acho plausível.
        Além disso, a aceitação de uma verdade absoluta leva inevitavelmente ao erro absoluto. Cada geração, na certeza necessária de que sua concepção é válida e, além disso, crendo na existência de uma verdade absoluta, sentirá-se livre para levar suas crenças às ultimas conseqüências. “Se estou certo, só posso estar absolutamente certo, portanto não preciso temer um erro”.
        O relativismo leva a aceitação de seus próprios erros.


segunda-feira, março 12, 2007,873241092

Contando os segundos para a aula acabar.

Tempo tempo tempo tempo tempo tempo tempo
Segundo é tempo? Não, segundo é medida de tempo. Um segundo - este é tempo? Um segundo é um espaço de tempo ou fração de tempo. Mas é mesmo? Se um segundo é fração de tempo, implica que o tempo é algo - um espaço maior apenas. Um segundo é fração de dois segundos, ou dois minutos, ou dois anos. E ainda que o tempo seja infinito, ele é só isso. Só isso o que? Dizendo "só" você mesmo sugere um termo mais amplo. Este tempo que é conjunto de segundos é apenas o passar do tempo. Como assim? Não sei. Vamos analisar por esta metáfora -  veremos se é adequada. Diga. Imagine um trem, ele passa à sua frente e você conta vagão por vagão que vai passando, como se contam os segundos que passam do tempo. Cada vagão é o trem? Cada vagão compõe o trem, pode-se dizer que todos os vagões juntos são o trem. Sim, mas então considera comigo que, ao contar os vagões, eles deixam de ser o que são. Como? Cada vagão que você conta não é mais o vagão em si, torna-se uma unidade de medida. Imagina que em vez de um trem, seja uma longa régua, e o que você 
conta são os centímetros, ou metros, impressos na régua.  A régua mede tantos centímetros quanto você contar, mas os centímetros não formam a régua.
 Entendo, quer dizer que o tempo não é a mensuração que damos do tempo, nem é composto por ela. É um ponto. (...) Mas sabe... O que? Cada centímetro lido na régua não é parte da aula (ops, um deslize aqui, quiz dizer não é parte dela), apenas parte de sua medida. Foi o que disse. Sim, mas é inevitável dizer que cada centímetro representava parte da régua -  a régua era composta por elementos que foram divididos segundo centímetros e esses, os elementos, formam a régua. Então os minutos e segundos são, não frações de tempo, mas as representações que atribuímos a estas frações. Sim. Bom, mas o que é então o tempo? Einstein falou (eu arrisco chutar) que o tempo é relativo - o tempo varia segundo a velocidade absoluta em que algo se move. Daí podemos dizer que cada pessoa, se movendo em velocidade diferente das outras pessoas, tem seu tempo, por exemplo - ou seja, existem muitos e diferentes tempos. E nós vamos pegando tempos diferentes à medida que aceleramos e freiamos? Isto não está certo; não é o tempo que é relativo, mas a passagem dele. A depender da velocidade absoluta que um corpo assume, o tempo passa em ritmo diferente para ele, em comparação aos corpos que se movem em outras velocidades. Está novamente associado a representação do tempo. É verdade. Começo a questionar... O que? Existe tempo, ou apenas representação de tempo? E como poderíamos representar uma coisa que não existe? Existem muitas representações para coisas que não existem. Existem signos para construções abstratas, idéias e mesmo delírios da imaginação. O tempo pode ser, por exemplo, um artifício que criamos para interpretar o movimento. Deslocamento é igual a velocidade vezes o tempo... Tempo é igual a deslocamento sobre velocidade; o tempo pode ser um artifice para representar o movimento segundo um diferencial de velocidades. O que impede então que o movimento seja um artifice, ou o espaço e a velocidade? Você pode se deslocar livremente no espaço, pode avançar e voltar e, portanto, atingir um mesmo ponto do espaço em que esteve antes. Pode mover sempre numa velocidade, aumentá-la, diminuí-la e voltar àquela inicial. Mas não é um argumento muito bom este, certo? Certo... Porque espaço não é movimento... O espaço existe, ponto. O que se dizer do movimento e da velocidade?

acabou a aula

sábado, março 10, 2007,873241092

Este será postado no dia 31/03

Demonstrando total falta de respeito com a cronologia de postagens, eu posto este post muito antes dos vários que o antecederam.
Este blog era preu falar de mim mesmo (como todo blog meia boca é, eu imagino), então ele já começa errado. O blog precisa de uma reformulação, foi feito numa época da minha vida - por assim dizer - e agora encontro-me em outra. Sei que devo inclusive mudar o nome do blog (um dia), mas não estou com vontade de fazer isso. Também não estou com vontade de escrever sobre mim, não encontro inspiração ou espírito necessário. Como brinquei comigo mesmo, talvez assistir a tantas aulas sobre psicanálise tenha me deixado paranóico sobre falar sobre mim mesmo - tenho medo que me analisem, ou pior, que eu comece a analisar a mim mesmo O_o.

Isso e outras coisas talvez...

Mas tenho um apego ao blog - afinal ele é meu. E sinto sempre uma dívida de postar algo nele nem que seja para justificar sua continuidade. Não espero realmente que estejam lendo ele com a pouquíssima frequência em que posto (mas gosto de pensar que estão).

Então na falta do que postar, e na necessidade de fazê-lo, vou sair botando aqui as únicas coisas que tenho escrito - rabiscos de sala de aula.

vou também posta-los nas datas que imagino que foram escritos (assim parece até que já estou fazendo isso há alguns dias =P). Por isso este post saiu bem antes do que saiu.

bom, é isso.

domingo, março 04, 2007,873241092

(comentário)

Foi um texto meio confuso esse anterior e não sei até agora se eu disse uma verdade que era só minha ou de muitas pessoas.
Despedi do John e vim com o texto crescendo na cabeça, buscando idéias lá e cá. Nunca sei realmente que rumo um texto vai levar quando o começo. Se tento limita-lo a um rumo pré-definido ele naturalmente morre sufocado e não vinga.
Falo isso porque, por exemplo, enquanto vinha pra casa havia decidido acrescentar aos comentários uma idéia que já tinha desenvolvido antes que também envolvia: tempo, o modo como nossa percepção do mundo muda desde a infância e um outro dito popular.
Comecei a escrever o texto e ele tomou um caminho diferente, onde não cabiam mais outras idéias. Faço este comentário porque fiquei com vontade de trabalha-la aqui.

Como eu disse, envolve tempo, mudança de percepção e uma frase comum. É a de que cada vez os tempos passam mais rápido.
Sempre foi um paradoxo de minhas idéias desde que posso me lembrar. Porque é ilógico, absurdo, impossível, que o fluxo do tempo esteja acelerando. Não há uma lei física contra isto (eu acho), mas mesmo assim sempre me recusei a aceitar tal idéia literalmente. Se o tempo estivesse em aceleração, ele com certeza uma hora iria descarilhar. E, no entanto, desde aqueles momentos de infância, era inegável: a cada ano os anos parecem passar mais rápido. Mesmo hoje isso é inegável: comparado a outros tempos, estes últimos cinco anos se passaram num segundo. Parece que foi ontem que cheguei aqui em BH e apesar de muita coisa ter acontecido desde então, é difícil me convencer de que foi tanto tempo.
E não é uma coisa que só eu penso. Como escrevi, é consenso geral, algo que todos falam. Já li até livros e quadrinhos satirizando isso, criando explicações mirabolantes para o tempo realmente estar se acelerando.
Entretanto sei que não é verdade. Daí qual é a explicação possível pra isso? Já li também explicações em fontes mais sérias. De que a era da comunicação, a correria das cidades, o excesso de informações que recebemos que causam esta ilusão de que o tempo está acelerando. Interessante, mas nunca me convenceu.
A sensação de o tempo acelerar é um comentário que já vi, através da mídia e da internet, ser feito por pessoas de todo o mundo e, através do boca a boca, pelas pessoas mais diferentes. Pensei comigo mesmo que estas muitas pessoas diferentes levam vidas diferentes demais para sentirem o mesmo exato efeito. Existem pessoas, por exemplo que sempre viveram em constante correria, existem outras que já tiveram vidas mais atarefadas e depois desaceleraram o ritmo e algumas destas já me fizeram o mesmo comentário. Além disso, se fosse o excesso de informação que causasse a ilusão de o tempo acelerar, implicaria que você eventualmente teria de se tornar uma máquina de absorver dados para manter esta sensação. E conheço pessoas, por exemplo que estudavam e depois passaram um ano parados e mantiveram o comentário. Talvez um contra-argumento fraco este, mas não importa, o fato é que esta hipótese sobre a era da informação sempre me pareceu fraca.

Veio-me outro dia uma idéia que é para mim, agora, uma hipótese melhor do que qualquer outra que jamais ouvi.

Estava pensando justamente em como nossa mente deteriora com o tempo. É fato – leia onde quiser se duvidar – a eficiência de nosso cérebro deteriora com o tempo e ele é muito mais potente em nossa primeira infância do que em todo o resto de nossa vida. Isso é um ponto. O outro talvez tenha a ver com um argumento sobre experiência mediata e imediata que estudamos no começo do curso de psicologia. O de que quando vemos algo, quando vivenciamos um fato, nós sempre estamos processando ele comparando com outros fatos que já passamos. Nós interpretamos o que vemos.
O argumento da experiência imediata é que se vivenciássemos alguma coisa pela primeira vez, sem nenhuma base de comparação anterior – como acontece com recém nascidos, por exemplo – nós absorveríamos a percepção em si, sem interpretações ou comparações com experiencias passadas.
Realmente, sem base para interpretar o que vemos, teríamos que gravar e absorver cada mínima percepção na experiência. Mas a medida que novas experiências do mesmo tipo vão passando, aprendemos como interpreta-las. Em qualquer trabalho de processamento de dados isso é fácil de perceber. Existem dados que são os importantes, eles definem os resultados da pesquisa e existem outros que são sempre repetidos e você passa a ignorar e mesmo dados que variam, mas sem alterar os resultados finais.
Também em nossas vivências isso é comum. Quando iniciamos uma nova rotina, por exemplo se saímos da escola para faculdade. A faculdade possui uma infinidade de espaços e pessoas diferentes das quais convivíamos antes, também possui protocolos, diretórios e regras que não seguíamos antes. Um calouro leva sempre algum tempo para se acostumar as normas e problemas da faculdade, além de conhecer seus colegas e de tipificar as pessoas que povoam esse ambiente. O primeiro semestre sempre é muito intenso, mas eventualmente nos acostumamos com essas coisas até que viram rotina, seguimos as regras e enfrentamos os problemas comuns do dia a dia quase de olhos fechados.
É assim com tudo. Mesmo em filmes, recordo, as cenas sempre me parecem passar mais rápido depois da primeira vez que os vi. À medida que vamos vivendo, vamos tipificando o mundo, aprendemos exatamente o que procurar para completar uma tarefa ou entender um fato que se repete muito, sem perder tempo compreendendo cada um dos seus elementos como fizemos na primeira vez. Quanto mais fazemos as mesmas coisas menos temos o que observar nelas.
O resultado é que nossas primeiras lembranças da vida são riquíssimas, cheias de fatos e elementos que nunca havíamos experimentado antes e por isso mesmo tivemos que grava-los todos. E a medida que crescemos vamos criando memórias mais compactas, cheias de lacunas que completamos naturalmente com aqueles elementos comuns que sempre estão no mesmo lugar. Numa comparação meio tosca, se nossa memória fosse como um HD de computador, as memórias relativas aos primeiros cinco anos de nossa vida gastariam tanto espaço quanto os oito seguintes, esses oito gastariam o mesmo que os quinze consecutivos e daí exponencialmente. Até porque, como já disse no início, à medida que crescemos, menos eficientemente gravamos as coisas. Então mesmo que mudássemos nossas experiências radicalmente de tempos em tempos, essa sensação de os anos passarem mais rápido continuaria, ainda que mais fraca.

Hum... foi outro texto maior que o anterior. Eu estou com sono então me perdoem se não tiverem entendido alguma coisa. Mas minha opinião é mesmo esta, os anos parecem passar mais rápido porque cada vez menos prestamos atenção ao que nos ocorre. Apenas supomos que as coisas vão se repetir sempre.

Agora vou dormir, um abraço!

sábado, março 03, 2007,873241092

Tempo

O John passou aqui em casa hoje. Entre muitas coisas que ele disse numa conversa emocionada, uma eu tive que retirar do contexto do resto porque ela me fez pensar. Bom, nesse ponto vou ser injusto, ele disse muita coisa de mais peso, mas essa frase despertou minha curiosidade.
E eu escrevo aqui sobre o que eu quiser.

Ele disse uma frase muito comum na verdade, um daqueles clichês que até passam despercebidos como tais, e que as pessoas adoram falar. Algo como “Nesses tempos as pessoas são muito individualistas, mais materialistas, elas perderam a magia”. Bom, foi algo nesse sentido que ele disse, e a frase comum segue este sentido: estes são tempos piores porque as pessoas são piores.
Foi aí que eu me intriguei. Duas linhas de pensamento estalaram na minha cabeça. A primeira é que conheço o John, pelo menos o suficiente para saber que vivo nos mesmos tempos que ele, temos idades próximas e crescemos em períodos parecidos – essencialmente vivemos os mesmos tempos. Conclusão banal, você pode pensar, no entanto importante pela possibilidade que surgiu daí: posso dizer que vivo, basicamente, os mesmos tempos que todas as pessoas que já ouvi dizerem esta frase. Dane-se se algumas delas tiverem o triplo de minha idade! Os tempos mudam sim, mas não desse geito.
Aceitar isto, que na verdade vivemos todos, seja qual a idade, mais ou menos os mesmos tempos, me permitiu considerar esta frase pela primeira vez. O que leva a segunda linha de pensamento. A frase implica duas idéias básicas: se reclamamos que vivemos em tempos piores, quer dizer que houveram melhores antes e, naturalmente, para estarmos falando isto, nós vivemos neles.
MENTIRA! Foi o que minha mente gritou naquela fração de segundo que a mente leva para formular uma idéia. Os tempos sempre foram assim, as pessoas nunca foram diferentes, não importa o quanto você queira se enganar. As pessoas são tão materialistas, individualistas e desprovidas desta ideológica magia quanto sempre foram. Pelo menos até onde você pode se lembrar.
Sempre que digo isso tendo imediatamente a imaginar um passado ideológico onde as pessoas eram mais espiritualizadas ou mais inocentes ou com um melhor senso de comunhão. Pode ter havido, pode haver no prédio ao lado, mas VOCÊ NÃO VIVEU ESTE TEMPO.
Espere, espere! O que quero dizer, e não sei se vou conseguir me expressar melhor desta vez, é que não foram os tempos que mudaram. Esse tempo do qual você lamenta a perda, onde as pessoas eram melhores e o mundo tinha mais magia, é a sua infância. Você que era menos individualista, menos materialista, menos ambicioso, menos estressado ou menos seja o que for de que esteja reclamando. Você que via mais magia neste mundo.
Não foram as pessoas que mudaram. FOI VOCÊ.

Não estou escrevendo isto para insultar você John e nem mesmo para repreender as pessoas que já soltaram esta frase como um todo. Tudo isto que escrevi acima, tão mastigado quanto consegui deixar, me veio em uma fração de segundo. Me pegou de surpresa por que é uma frase que todos tendemos a concordar, pelo menos eu fazia isso sem nem refletir, que os tempos que estão piores. Os tempos não estão piores, eles nem mudaram – eles mudam o tempo todo, mas não como a frase implica. Nós que mudamos com o tempo.
Não quer dizer também que pioramos, eu espero. Não podemos ser crianças para sempre. Até porque o mundo não é mais simples nem menos cruel com elas, nós só tivemos este tempo de inocência e magia porque fomos protegidos por nossos pais do mundo de verdade. Não poderíamos ser protegidos pra sempre. Seria viver em ilusão.
Bom, este é o mundo real, ele tem todos os seus problemas e limitações, mas há muito que podemos fazer nele.

(frase piegas e bunitinha de fim de texto)

domingo, novembro 12, 2006,873241092

Um dia inteiro em que não fiz nada.

(...) pois é. 

segunda-feira, novembro 06, 2006,873241092

orgia de zumbis

lento
merda de iexplorer
servidor fdp
pau
pau
pau
não enviar
lento
lento

nada

técno-disco-canto-gregoriano
jazz-variações
bossa nova

trabalhos
trabalhos
trabalhos

psico é foda, mas faz tempo que não tenho tão pouco tempo
vestibular esse mês
devo adorar vestibulares
detesto vestibulares

muito tempo sem falar com muita gente
culpado
tenho que mandar cds do atha
não aguento a net
não aguento o msn
não aguento orkut

músicas estranhas

rorschach

A felicidade é como a gota de orvalho Numa pétala de flor
Brilha tranqüila Depois de leve oscila E cai como uma lágrima de amor

net só dá pau

gestalt
anatomia
exágonos
funk satânico

I'm singing in the rain
Just singing in the rain
What a glorious feelin'
I'm happy again
I'm laughing at clouds
So dark up above
The sun's in my heart
And I'm ready for love
Let the stormy clouds chase
Everyone from the place
Come on with the rain
I've a smile on my face
I walk down the lane
With a happy refrain
Just singin',
Singin' in the rain

cansado
cansado
cansado
cansado
cansado
cansado
cansado
cansado
cansado
trabalhos
trabalhos
trabalhos
provas
provas
vestibular
vestibular
sair
ver gente
conhecer
conversar
rever
mais
beber
mais

queria que as pessoas fossem simples
não
queria que fossem decididas
não
queria que fosse fácil
não
somos todos estranhos

somos todos estranhos

evangelion
cowboybeebop
chihiro

alemão
provas
semestre
provas
não terminarei
quero saber chinês
quero saber latim
e alemão
e francês
e japonês

preciso de tempo

violino 3/7
média

toco em média
3 dias
entre 7 da semana
as vezes mais
as vezes menos

a vowels acabou
a vowels acabou?

bandas
bandas
bandas

fideleidade é um embuste
fronteiras é um embuste
barreiras é um embuste
nomes é um embuste
definições é um embuste

foda-se

espero que estejam satisfeitos pelo menos

estou vivendo
em pedaços

faz tempo que ninguém sabe
todo o eu

ninguém nunca soube

mas nunca tão dividido

preciso de pessoas para fazer um todo
mesmo que o todo seja um pedaço

não conto da minha vida a ninguém

pessoas
muitas pessoas
milhares
milhões

em algum momento de minha vida lembro que podia contar meus amigos, as pessoas que me importavam, entre os dedos de minhas mãos (mãos e pés talvez). não mais. eu podia consiliá-los, apresentá-los. tudo que eu era, ainda que subjetivo a cada um, era conhecido por todos. (tudo que eu era de fora). conheço muita gente.

quebrado

cansado

o mundo anda
e o mundo tem problemas além de mim
já tive meus mundos

eu não conheço
eu
eu não aceito
eu
sou maior do que penso que sou
eu

estranho
não
dividido

técno-disco-gregoriano

um dia o mundo será de coisas que não são
anarquismo é uma farsa
anarquismo é o futuro
o futuro é ficção
pessimista-realista-apocalípitico

coloro

imagem sem forma
não consigo passar daí

há algo

tudo já foi simples

as pessoas odeiam as pessoas
\_______/..\____/
......\___.......\___
............\_.....__/
...............\../
................se

todos somos complicados

desculpe
só estou cansado

(dificil fingir)


...vamos aos trabalhos...
....(vamos à vida)....

quarta-feira, julho 19, 2006,873241092

Ultimo post no Canada.

Pelo menos eu acho que vai ser...

Correria, compras de ultima hora, pouco tempo e as coisas naum cabem na mala. Preciso de uma bolsa maior...
Sem ideia do que postar.

Bom, eu estou voltando. Naum vejo a hora de estar no brasil denovo. Espero que a viagem vah bem, que a alfandega naum me pare e que as coisas caibam nas malas e que as malas cheguem.
Espero que tudo esteja bem no brasil e espero ver o povo todo. Espero conseguir telefonar pra meus pais hj ou amanha. Espero naum ter esquecido nada (inclusive os cookies da carol). Espero que o tempo passe logo e que haja tempo suficiente pra fazer o que quer que eu ainda tenha que fazer.
(Espero que ainda haja tempo suficiente pra almossar antes que a proxima aula comece...)

vou indo...
abrassos!!!

quarta-feira, julho 12, 2006,873241092

Eu tambem sumi de novo.

(primeiro quero deixar claro que ainda odeio o fato destes pcs naum aceitarem acentos)

Bem,
o ultimo comentario que fiz, se naum me engano, foi que milhares de estudantes haviam entrado na referida semana. MILHARES DE ESTUDANTES ENTRAM TODOS OS DIAS!!! A escola tah um inferno por conta disso; nunca tem computadores, nunca tem microondas (naum que eu use), as salas estaum lotadas e nem tem espasso para sentar. Eu praticamente me atirei sobre este pc para usa-lo e nem estamos num horario cheio.

Mas mais, muito mais, do que isto. Entramos na epoca das despedidas. Estas duas semanas (a atual e a proxima) marcam a saida de quase todos os brasileiros. Principalmente os da nossa turma, os que estaum aqui juntos pelos ultimos um a tres meses. Desde sexta passada jah fizemos duas festas de despedida e jah levamos uns 7 brasileiros no aeroporto (ha uma festa hj mesmo), fora os que jah foram mais espassadamente nas semanas anteriores. A partir de sexta, acho que serah uma festa e uma despedida por dia ateh quinta qundo eu mesmo for (e na verdade continua seguido ateh inicio da outra semana).

Eu ia agora comessar a falar sobre a dificuldade de despedir do povo e a dificuldade de encontra-los de novo, alem dos sentimentos conflituosos de querer e naum querer ir... Mas naum estou num momento reflexivo e estou eu mesmo evitando pensar nessas coisas sob pena de perder estes ultimos dias pensando demais.
Entaum vou desviar o assunto para o que tenho feito nesses dias.

Festas. Como disse quase uma comemorassaum por dia (e esse "quase" jah vai acabar). Tem dias que naum vejo o povo da homestay direito. Saio do colegio pra algum lugar carregando a bolsa pesada (e em pedassos atualmente) pra algum pub ou nightclub. Voltando pra homestay de madrugada e jantando (unica refeissaum decente do dia) muito alem de quando devia. Por conta disso, tem um tempo jah que tou tentando ligar pra casa e naum consigo, naum sobram horarios. Voh jah deve pensar que eu abandonei ela (neto desnaturado que ligou pouquissimas vezes ao longo de tres meses). (Na verdade naum soh voh, pai, mae e carol tbm... eu quase naum liguei pra ninguem nesse tempo todo...). Tah bom, eu admito os fatos, eu sou pessimo pra ligar pros outros (meus pais nunca duvidaram disso, eu acho). Mas naum esqueci de voces, penso em todo mundo quase o tempo todo. Constantemente paro pra imaginar o que voh e vo gostariam de fazer em um ou outro lugar que vou, como os meninos iam aproveitar alguns passeios e todo mundo mais. Pai, mae e carol vieram aki entaum naum tenho que adivinhar, mas sempre paro pra lembrar algum lugar legal que eles foram e tento convenser o povo a ir lah tbm. E na maioria das vezes estou soh lembrando de todos. Saudade da familia. Saudade do povo tbm.

Bom, acho que acabei desviando o assunto do paragrafo. Estive tambem na ilha esses dias, andei pelo bairro portugues e por downtown. Alem de ir num festival brasileiro que acabou se revelando uma festa arabe com direito a musica (ereeeeaeeeereiiieeeeehh) arabe ao vivo. Propagandas enganosas... tsc tsc. E mais numa meia duzia de lugares que naum me lembro... Eh mesmo, estive na casa da pops, a homestay da carol qnd ela esteve aqui. Tem muito tempo que naum posto. Muito gente boa a pops e o povo da casa.

E o que mais? As fotos devem estar alcansando o numero de 4mil. 2mil minhas, o resto que fui pegando do povo, por isso muitas repetidas entre estas ultimas. A data de volta se aproxima, ultimas coisas a serem feitas (espero visitar o zoologico ou o science centre -- dois pontos que negligenciei). Vi superomem num mega cinema 3d (muiiiiito foda) e entendi pouco das falas de piratas do caribe (metade do elenco bebado e a outra metade falando com um dialeto embolado). Joguei xadrez na rua e visitei alguma coisa dos street festivals. E eh, eh o que eu lembro.

Bom, vou indo agora. Tenho que comprar mais cartaum telefonico (fui pego de surpresa sem creditos ontem) e trocar mais dinheiro (tbm fui pego de surpresa sem creditos hj -- a mulher do shishkabob quase me bateu hj qnd fui pegar o prato e descobri que naum tinha nada). (naum voltar no shishkabob).

Eh isso, teh mais.
ABRASSOS!!!!

segunda-feira, junho 26, 2006,873241092

E o que mais?

Quinta feira foi jogo do Brasil.
O jogo foi ateh interessante dessa vez. Uma pena ver o japaum eliminado (tenho muitos amigos japoneses aqui), mas antes eles do que nos.
No final do jogo a policia jah tava preparada, fizeram um cerco na calsada. Ninguem podia pisar na rua.
Problema de transito interrompido resolvido, a festa ficou bem limitada. Ainda assim acho que fiquei por lah ateh umas nove e tanto.

Sexta feira foi jogo da coreia. Uma pena ver meus amigos coreanos eliminados tambem.
Sexta a noite pude ver centenas de coreanos bebados vagando pela madrugada ou pegando o ultimo metro.
Fomos alguns brasileiros ver o jogo num bar de coreanos, agente achando que eles iam ser desanimados que nem canadenses, mas ateh que agitam bem. Muito engrassado eles desesperando. Naum vimos todo o jogo, no entanto, decidimos dar uma volta na china town pra ver as lojas de contrabando. A china town eh o pequeno paraguai de toronto. Ateh eu comprei alguma coisa.

Sabado foi dia do churrasco da escola (entende-se churrasco por carne-de-amburguer-queimada-com-paum-mais-salcicha-tambem-queimada). Muito divertido lah. Teve o campeonato de futebol, asiaticos contra america latina. E a guerra de balaum dagua, que evoluiu pra guerra de bacia dagua, onde acho que ninguem lah saiu ileso. Disse o diretor que nunca aconteceu da molhassaum durar tanto.
Depois saimos todos queimados e cansados pra pegar o final de mexico x argentina num bar espanhol. O bar tava dividido, uma torcida de cada lado. Os mexicanos tem a manha de chingar todos ao mesmo tempo, muito foda. No final mexico foi eliminado e agora espero que todo mundo na escola esteja torcendo pro brasil :P.
Aproveitamos pra tirar fotos com os argentinos segurando a bandeira do brasil.
Ainda fomos pra outros pubs depois, acho que nunca ficamos em tantos lugares num soh dia.

Domingo foi a pride parade (parada gay). Alguns de nossos colegas naum tiveram confiansa suficiente em si mesmos pra ir, mas muitos de nos fomos. Duas mexicanas tinham chegado na minha homestay no sabado, levei elas lah tambem. As ruas estavam muito cheias entaum quase naum deu pra ver o povo desfilando. Depois tenho que ver se alguem conseguiu boas fotos. A memoria da minha maquina finalmente acabou (cerca de 2000mil fotos ateh agora :P).

Hoje, milhares de estudantes novo, a escola estah lotada. Naum sei como eles vaum organizar esse povo apartir de amanha.

O povo tah me chamando pra sair agora, vou indo.
abrassos!!!

quarta-feira, junho 21, 2006,873241092

Postinho

Ontem eu estava morto depois dos tres dias de viagem pro French Canada.
Dormi de sete da noite ateh de manha e mesmo assim quase naum acordei. Estou criando resistencia ao meu dispertador. Pobresinho, fala ingles melhor que eu as vezes, mas jah naum consegue mais me acordar.

Estou quase terminando de ler o livro tres da colessaum The Dark Tower.
Stephen King eh foda d+!!!
Apesar de nunca ter lido nada fora do dark tower, mas a serie eh foda.

Estou revendo neste exato momento as fotos do antigo blog do malk. Muito foda rever as fotos da primeira banda, dos shows e do senhor-dos-aneis-de-pijama.

Bom, esse foi um post bem atoa... estou saindo agora e amanha (provavelmente) falo da viagem.
Amanha tbm eh jogo do Brasil!!! (entaum talvez eu naum possa acessar a net, afinal)
Bom, vou indo

abrassos!!!!!

terça-feira, junho 20, 2006,873241092

desculpem a demora, falta de net (resumaum)

Final de semana seguinte ao ultimo post, eu fui no High Park duas vezes. Uma porque desencontrei da maioria do povo e fui lah atras de encontrar eles (tava um final de semana de sol fantastico e haviamos decidido que ou iriamos ao Highpark ou a ilha. No domingo voltei lah, com o povo dessa vez, mas naum ficamos tanto tempo.
Lugar muito bonito, enorme com campos de futebol (o de verdade, naum esse embuste americano), beisebol (sei lah como escreve isso), etc, um minizoologico, milhares de pistas para caminhada, lugares pra churrasco, campos, um lago, jardins, etc. Boas fotos. Tive a chance de ver dois grupos de beisebol infantis se enfrentando (igualzinho em filmes) e domingo teve uma corrida de bicicleta. Tambem fomos atacados por gaivotas enquanto lanchavamos.
No domingo depois do parque, fomos ao cinema, mas naum chegamos a tempo do horario mais barato. O povo se espalhou depois disso e voltei pra casa.
Na semana seguinte mais brasileiros chegaram, passamos esta semana nos pubs brasileiros, se naum me engano, e andamos pela cidade.
Final de semana, naum lembro o que fiz no sabado, a naum ser pelo pub a noite. Fomos finalmente atras do peel pub q carol tanto fala, eu peguei o enderesso, mas sabia que havia mudado de nome. O lugar eh muito bom, tem mais canadenses que os outros pubs q iamos e tem a pitcher de 4litros (pitcher eh um canecaum de cerveja), e em certos dias da semana q tem promossaum, vale muito a pena.
Domingo encontramos os brasileiros velhos e novos pra ver o amistoso do brasil/ nova zelandia. A narrassaum ainda foi em ingles, mas o jogo foi tranquilo. Vimos no bola, um bar brasileiro com telaum. Depois do jogo, muitos dos brasileiros foram embora, sobrando uns quatro animados. Fomos os quatro pra ilha. Muito bom o passeio, quem naum foi perdeu mesmo :P. A ilha eh muito bonita e encontramos um grupo de coreanos, mexicanos e um chileno de outra escola q tavam lah e comessamos a andar com eles. Foi rachante demais o dia, depois eu mostro as fotos das paspalhadas que os coreanos inventavam. A ilha eh um lugar pra voltar depois (principalmente pq naum tivemos a chance de andar na bicicleta de quatro assentos).

e tah ficando grande, vou postar.
continuando no mesmo post (via edit)

Na semana seguinte visitamos alguns lugares da cidade, mas mais andando a esmo, e fomos a muitos pubs. Os brasileiros que chegaram dessa remersa adoram pubs. Tabem houve a despedida de mais alguns (sim, em pubs). Na verdade Jorge teve 3 dias de pub pra depedida, nesse meio tempo houveram as provas de meio de mes e minha presentation (mas tudo ocorreu bem, naum se preocupem). Sexta fomos ateh na republic, uma boate famosa aqui. Sabado o povo se desencontrou. Sai com um pequeno grupo, primeiro atras das meninas que estariam numa fila quilometrica na queen st. pra pegar ingressos gratuitos de um show de varias bandas adolescentes famosas que aconteceu neste final de semana. Naum encontramos elas, a fila tinha comessado a andar pelas 8 da manha (ela jah cobria alguns quarteiroes no dia anterior) e pelas tres, qnd fomos lah, tinha acabado.
Depois fomos no distrito historico da destilaria pra ver o festival de blues. Nos perdemos um pouco no caminho. O festival foi menor do que imaginei, mas tava legal. Vimos pouco do bairro historico pq tava um vento gelado de matar nakele dia, mas parece legal (sem nada de impressionante no entanto). Andamos um tanto mais pela cidade ateh chegarmos na CN Tower pelas sete da noite (que ainda eh dia aqui). Finalmente subi lah, muito legal subir na torre! Todo mundo fala que eh meio sem grassa (uma daquelas coisas q vc soh visita pra dizer q foi), mas agente zuou pra kraio lah em cima. Ficamos ateh chegar o por do sol (pelas 10) pra tirar fotos da cidade a noite tbm.
Depois ainda passamos no Bola pra comer feijoada de grassa. Encontramos lah mais uns colegas perdidos.
Domingo foi dia de lavar roupa. :P

Naum lembro bem o que fiz na segunda seguinte, mas tersa mais brasileiros chegaram e foi o primeiro jogo da copa!

e isso meresse mais uma postada de seguransa

Continuando,
esse dia foi muito foda. Como disse, mais brasileiros chegaram. Fomos jah em grande grupo saindo da escola (com mais boa parte dos mexicanos, alguns coreanos e japoneses, etc)., a maioria de nos com camisas do brasil e bandeiras. Fomos pegando mais brasileiros encamisados q iamos aleatoriamente encontrando no caminho e quando chegamos na estassaum do bairro luso-brasileiro jah deviamos ser uns 40 ou mais. Fomos a pe da estassaum pros bares e tudo qnt era carro q passava fazia zona com agente.
Os dois bares brasileiros (Blue Nights e Bola, um do lado do outro) jah estavam cheios e soh foi chegando mais gente. O povo tava fazendo uma zona antes do jogo. O jogo mesmo naum foi muito impressionante, mas o Brasil ganhou e todo mundo tava lah pra comemorar mesmo. Uns mil brasileiros (segundo o jornal da cidade) sairam dos dois bares ou chegaram atraidos pela festa e fecharam uma das principais ruas da cidade comemorando a vitoria do jogo. Foi uma zona de bandeiras, comemorassoes, transito bloqueado, gente bebendo na rua (o q eh extremamente proibido aqui) e povo jogando futebol.
A policia chegou certa hora pra desbloquear os streetcars (uns bondinhos q andam nessa regiaum). Os policiais qnd viram o tanto de gente comemorando, se assustaram e se encolheram uns nos outros. Naum teve confusaum entretanto. Os policiais fizeram um arco na frente do bonde e foram abrindo caminho pra ele passar. Depois ficaram lah parados no meio do povo pra prevenir alguma confusaum mais seria. Posaram pra fotos mais q qualquer coisa (eu mesmo tenho foto com os policiais). Um caminhaum passou uma hora com bandeira do Brasil e o povo comessou a subir nele, parecendo trio eletrico. Lah pela hora do por do sol, os policiais mandaram os bares tirarem a musica da rua e fizeram um cerco mais fechado pra ver se o povo se tocava e diminuia a bagunsa. Ainda ficamos um pouco dentro dos bares, mas pelas 10 eles tiveram q terminar. Foi muito foda esse dia.

No resto da semana conhecemos uma meia duzia de outros pubs, alem de irmos finalmente num jogo de beisibol (ainda naum sei como escreve e naum vou procurar agora) pra conhecer o Skydome. Muito legal o estadio, tiramos varias fotos, mas o jogo eh bem parado. Soh um colega nosso brasileiro q entende esse jogo q tava interessado. Naum vimos ateh o fim, pq o treco demora umas 3 horas ou mais. Mas ficamos o tempo todo zuando com o povo da arquibancada e fazendo ola. Muito engrassado os canadenses fazendo ola.

Isso foi na semana passada (finalmente estou alcansando!!!!). No proximo post eu falo da viagem para o French Canada.

quarta-feira, maio 31, 2006,873241092

Leia o post anterior primeiro

(continuando)

O final de semana foi feriadaum. Na verdade poderia ser o melhor momento para uma viagem longa a outras cidades, naum fosse o frio e Niagara.
Todos os brasileiros que chegaram nesse mes receberam uma viagem para Niagara Falls incluida no pacote. Entaum fomos em bando para lah, dentro do onibus de excursaum. Carol deve lembrar desse onibus de poltronas velhas e pouco confortaveis, com um radio tocando musicas dos anos 80 e a pintura amarela de fora trasendo grande e a vista o nome, Magic Bus.
Na ida paramos numa vinicula e num grande monumento a beira do rio de onde podia-se tirar boas fotos. O monumento, uma versaum maior e mais enfeitada do pirulito da prassa sete, foi erguido em homenagem a sabe deus o que.

Chegando em Niagara, fomos direto a um passeio de barco que "iria o mais perto possivel das quedas que permitisse voltarmos com vida". Para naum nos molharmos (muito) durante o passeio, deram-nos capas de chuva que eram verdadeiros sacos azuis com buracos para os brassos e as cabessas (ainda tenho o meu). Engrassado ver akele mar de gente azul (o q me fez lembrar http://www.omelete.com.br/quadrinhos/news/base_para_news.asp?artigo=18065 ).
Tirei algumas fotos das quedas de perto e de longe. Ainda visitei lah um cassino, mas naum deixavam ninguem tirar fotos lah dentro. Uma amiga tentou apostar nekelas makinas de moeda, mas a despeito do esforso intelectual de nosso pequeno grupo reunido, naum conseguimos descobrir como a makina funcionava (deveria ser bem obvio naum?). Tirei uma foto ao lado da maior barra de chocolate hersheys que jah vi na vida (uns 2,5kg) e outras mais da paisagem.

No final do feriadaum ainda fui ver o codigo davince (patetico), depois de ter perambulado um tempo com o povo pela cidade sem muito mais o que fazer. Esse finail de semana tambem foi o mais gelado que eu passei e vou passar aki no Canada (espero naum ver outro assim). Nesse dia, andando pela cidade a noite, pudemos experimentar a sensassaum termica de 0 graus centigrados.

O resto da semana (tersa a quinta) foi bem parado devido as provas finalis de level. Quinta a noite e sexta a noite foram as festas de despedida do povo que tava indo embora, comemoradas no Blue Nights (meio bar meio boate brasileiro que serve feijoada de grassa nas quintas enquanto uma banda toca os ultimos sucessos de pagode, axe, funk ou ateh forro brasileiros) e no bar perto da Pape Station.

hum, axo q tah ficando grande jah, melhor naum arriscar mais...
abrassos!!!

(continua)

terça-feira, maio 30, 2006,873241092

Tah, aos poucos agora

Bom, fazia um tempaum que naum postava aki quando, na sexta, decidi fazer o mega post contando tudo que pude me lembrar do que fiz durante um espasso de umas 2 semanas. Quando termino o megapost e vou selecionar tudo pra dar um ctrl c antes de mandar postar... perco tudo. (naum selecionar megaposts denovo na vida)
Dai eu apelei com computador (o qual naum uso mais) e decidi postar mais tarde.
Portanto irei aos poucos agora.
Por ordem cronologica

No primeiro final de semana depois do ultimo post, o qual comportou dentro de si o dia das maes, eu sai pra comprar no sabado. Naum realmente comprar, mas o povo aki acha divertido sair pra conhecer lugares que tem a fama de serem mais baratos, e quando acham alguma coisa interessante, compram. Eu ateh agora fui mais pelo motivo de sair com o povo. O lugar foi um grande shopping de outlets (o nome q eles daum para os lugares que vendem produtos mais baratos) e chegar ateh ele por si soh foi uma aventura. O tal shopping era em outra cidade e tivemos de pegar um onibus intermunicipal e encontramos um filho de brasileiros no onibus que falava portugues muito bem (com sotaque mineiro) e nunca tinha ido ao Brasil. O shopping mesmo era um... shopping, nada de fantastico, mas o passeio foi diverto. Chegamos em Toronto de volta a noite e fomos a um restaurante brasileiro chamado Rio 40 graus, que tem comida brasileira muito muito boa, mas cara tambem.

No domingo lavei roupa pela primeira vez aki em Toronto, para minha surpresa, decepssaum e contentamento, minha homestay naum possui akelas famosas makinas de lavar roupa de filmes americanos e nem akelas fantasticas secadoras que secam sua roupa em segundo no calor e jah deixam ela passada e tambem fasem o favor de encolher quase tudo que voce bota lah. Naum. Na minha casa tem uma lava roupa comum como qualquer das brasileiras e eles secam roupa no varal. Claro que os visinhos dos dois lados alem do povo da casa ficam vendo minhas cuecas balansando ao vento, mas... pelo menos minhas roupas naum encolhem.

A tarde sai com o povo (maioria brasileiros no dia) e ficamos perambulando pelas ruas do bairro chines visitando lojinhas baratas (se me lembro bem). Quase a noite, pegavamos o metro pra casa meio inconformados por naum termos feito nada de muito util e estarmos indo embora taum cedo, quando alguem falou, vamos pro bar e a maioria pulou do metro a tempo de pegar o q ia na outra diressaum. Esse foi o dia que cheguei mais tarde em casa (tive ateh q pegar o blunight).

Durante a semana visitamos mais alguns museus da cidade (acho q agora soh falta o science center), li pra caramba (estou sempre lendo alguma coisa da biblioteca, naum sei se jah comentei mas a biblioteca publica aki ehincrivel). Fomos para alguns pubs tbm.

(continua a seguir)

quinta-feira, maio 11, 2006,873241092

Dia de teste surpresa.

Ok, nem foi teste surpresa, eh soh pq eu naum confiro o calendario direito :P
Aki td vai trankilo, a situassaum da casa melhorou, conversei co povo da casa (dps q o indu quase me matou de vergonha disendo pra eles q eu disse q a comida era ruim :/) e ou pela conversa ou pq eles temessem q eu resolvesse sair da casa (se o aluno sai, a casa naum recebe nada :P) as coisas lah taum mais trankilas.
Acho q jah conheci quase todos os brasileiros da escola e tou ateh conversando com os asiaticos (os japoneses adoram sair cos brasileiros).
Hummm, segunda eu olhaei umas cameras co povo, achamos pressos razoaveis, andei procurando pedal de efeito aki tbm john, mas a coisa tah mais dificil... tem duas lojas de instrumentos aki soh e a q eu fui, qnd vc pede alguma coisa, eles peskisam na net o item mais caro, recente e absurdo do mercado... naum daum outras opssoes. talvez em ny deva ser mais facil de achar, mas a escursaum dura pouco, tenho q chegar lah sabendo onde ir.
tbm naum achei ninguem ainda q vai pra lah, essa bosta desse us naum dah visto ptra mais ninguem.
bom, os meses passaram, mais gente chega, alguem acaba indo :P
naum lembro oq fiz terssa... aqh sim, era o jogo do jays (de baseball) mas era muito tarde entaum o povo desanimou de ir, e alem do mais basebol eh bem chato
ontem, boat cruise
(uma boate num barco q fica rodando no lago em frente a cidade)(ah sim naum imaginem um laguinho qualquer, sim um dos grandes lagos :P)
festa legal pra quem gosta de boate... tava rachando dos asiaticos dansando, tocaram absolutamente td qnt eh genero de boate... ateh nirvana.
a vista do cruseiro tbm eh fantastica, principalmente a noite qnd dah pra ver a cidade toda iluminada!
o sky dome parece um olho gigante espiando o lago por entre os predios :P
hmm... e hj o teste foi trankilo, apesar de naum ter estudado (naum precisa, realmente) e mais tarde devo ir prum bar brasileiro no... sei lah, downtown somewhere, onde eles servem feijoada de grassa nas kintas.
alguns brasileiros estaum indo embora...
(eh eu sei, aki as pessoas vivem chegando e vivem saindo :/)

agora eu tenho q sair, o intervalo dps do teste acabou e jah tem um colega meu japones avisando q ela tah passando trabalho e tenho q voltar lah :P
abrassos!!!

segunda-feira, maio 08, 2006,873241092

muito cansado

estou morrendo de cansasso aki...
o presentation day tah chegando (uma vez por mes vc tem q fazer uma apresentasssaum oral de uns 20 min pelo menos sobre algum tema sorteado) e eu ainda tenho qcomessar o assunto... naum consigo imaginar oq se procura na biblioteca soibre dirigir bebado... tsc tsc

bom, ontem fomos no canada's wonderland, um parque tematico da paramont aki em toronto q basicamente tem montanhas russas... todo mundo morrendo hj.
foi muito foda o passeio, fui sacudido, atirado ou girado centenas de vezes em varios brinkedos com temas de filmes como tomb rider ou top gun. deu pra aproveitar bastante, mas estou cansado agora e sem ideias do q escrever :P
tambem vi bonecos de pelucia dos simpsons, grande familia e scoob doo, sei lah
ah eh, e um hamburguer de pelucia! quase comprei o hamburguer de pelucia!
(melhor ateh q um eskeleto de pelucia)
no sabado desencontrei do povo e naum fiz muita coisa alem de tocar violino, dormir ou tentar ligar pra casa (carol foi estudar fora ou esteve saindo com o povo? :P)
descobri tbm q a homestay mother naum dah recados de telefones pra mim
acho q resolvi o problema da comida, mas sei lah se gosto da casa ou naum, tenho q ver oq acontece...
hj o povo deve sair pra comprar coisas ou algo assim... acho q vou ter q comprar roupas aki, todas as minhas encolhem na secadora (eu naum testei empiricamente, soh conferi as etiketas). e tenho q comprar uma makina digital logo. fotos do parque soh qnd eu sair pegando do povo
hmmm... amanha devo ir pro jogo do raptors, baseball, tah em inicio de temporada entaum eh baratinho :P
(naum dah mais pra ver rokei, john :P)

eh isso, amanha vejo se fasso um post melhor :P
abrassos!!

quarta-feira, maio 03, 2006,873241092

Primeiras impressoes

Hoje eh quarta feira, acho, entaum estou no canada ha 5 dias e meio.
Minhas aulas soh comessaram na segunda, entaum fikei 3 dias isolado sem conhecer ninguem alem dos meus "pais" e sem net (na casa naum tem nem pc, ou se tem eles escondem:P). No primeiro dia pude conhecer um pouco das regras da casa (tais como naum deixar nenhuma luz acesa, enxugar pias dps de usar e naum entrar de sapato em casa - aki ninguem usa sapatos em casa). Norma e Jolly, o casal com quem estou ficando (alem do tio roy, o primo e uma mulher q mora no fundo do poraum da casa) saum jamaicanos, pessoas estranhas e com gostos culinarios... mais estranhos ainda. Acho q tenho comido a mesma coisa ha dias. Eles saum simpaticos e muito rigidos com as regras da casa, mas eu naum tenho hora pra chegar nem pra comer, o q eh o problema mais comum do povo aki. Naum posso dizer, no entanto q seja um lar acolhedor ou q eu vah sentir particular saudades deles... (fazer oq, acolhedor, como a mulher do intercambio disse, eh um luxo)

Tive tempo de conhecer ainda as proximidades da casa, um aglomerado de lojas, bancos, shoppings e supermercados ocupando dois gigantescos quarteiroes q eles chamam de little mall. Falando nisso todos os quarteiroes aki saum gigantescos, as ruas saum largas e as construcoes, normalmente colossais, saum espalhadas e bem distribuidas, de modo que tudo aki se destaca. O centro da cidade, pelo qual pude passear nos dois dias seguintes, parece uma galeria de monumentos, um ao lado do outro, separados apenas o suficiente para naum se tornarem uma massa uniforme.

Visitei nesses dias a cn tower (grande torre cartaum postal daki que fica do lado do sky dome, um estadio) naum subi nela ainda, tenho q comprar um ingresso aki na escola q eh mais barato. Fui na universidade, que naum eh cercada como as do brasil, de modo q vc entra e sai dela sem perceber. Tah, nem tanto sem perceber, cada predio eh enorme e lindissimo, verdadeiros cartoes postais e todos circulados e separados uns dos outros por prassas onde pessoas brincam, dormem ou leem. Poderia-se passar uma vida aki sem conhecer toda a universidade, devido ao seu tamanho.
Tambem, passiei no eaton center, o maior shopping daki, eu acho, que tem uma estassaum de metro em cada uma de suas extremidades. Me perdi no metro building procurando pela estassaum de metro, o lugar foi feito pra ser um perfeito labirinto, eh formado de teatros, feiras, areas de exposissaum ou palestra, tudo coberto, alem de ligar a cn tower, o sky dome, a estassaum central de metro, a estassaum de trem e uma das entradas para famosa cidade subterranea q os canadenses povoam durante o inverno e a qual naum tive oportunidade de ver ainda.
Falando em me perder, no domingo eu passei de meu ponto de onibus sem perceber e tive a ineskecivel oportunidade de visitar uma outra cidade desconhecida as nove da noite. grassas a deus o motorista (aki naum existem cobradores, vc coloca o dinheiro numa caixa e acho q ninguem realmente presta atenssaum em qnt vc pos) persebeu minha situassaum e me deixou ficar lah ateh q o onibus dessa a volta, retornando tempos dps para onde eu devia parar.
Tambem vi a chinatown, lugar de coisas baratas e passeios turisticos inteiramente narrados em chines, e as ruas em geral da cidade.
A escola eh bem interessante, normalmente nesta epoca do ano deveriam haver quase soh koreanos aki, mas com a baixa do dollar, os brasileiros estaum empatando numeros. enatuam, eh claro, no primeiro dia os novatos brazucas se reuniram para sair e conhecer a cidade. Espero comessar a falar em ingles daki a algum tempo. estamos nos esforssando pra isso!
eh td q lembrei... talvez suba na torre hj.
tenho q almossar.

segunda-feira, maio 01, 2006,873241092

Post r'apido da Canad'a

Olha s'o, n~ao 'e poss'ivel assentuar nada aqui!
Mas s'erio, post rapido, estou perdido em alguma sala de coputador da escola
nao eh possivel usar o msn, se alguem souber de um meio eu descubro.
Eh isso :P
dps falo mais